Henrique Fanini Leite

De wikITA

Henrique Fanini Leite, de 18 anos, conhece bem a sensação de estudar muito e ser recompensado. O curitibano obteve a média mais alta no Enem em 2009: 891,76 pontos. Ele decidiu participar do exame porque a nota poderia contribuir para os vestibulares das Universidades Federal do Paraná (UFPR) e Tecnológica Federal do Paraná. No fim das contas, nem precisou da nota. Conseguiu uma vaga onde sonhava estudar: o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA).

O estudante de engenharia aeronáutica é enfático sobre o que os participantes do próximo Enem devem fazer a partir de agora: resolver simulados e provas antigas. “Mesmo que o modelo seja diferente, as provas do Enem dos anos anteriores podem contribuir para a preparação. Vale muito mais a pena resolver questões e simulados agora do que estudar matérias pontuais. Não adianta mais tentar aprender algo que deveria ter aprendido antes”, afirma.

Henrique conta que é muito disciplinado. Organizado, estudava de quatro a cinco horas por dia até passar no vestibular. Ele reconhece que a prova do Enem ficou muito extensa depois da mudança, mas elogia as questões. “Acho que é um exame eficiente, que consegue se afastar da decoreba”, diz. O estudante garante que não se sentiu cansado durante a maratona e conta o segredo: muita leitura.

“Como sempre li muito, não senti fadiga”, argumenta. Henrique, que tirou nota máxima na redação (nota 1.000), decidiu escrever um livro com dicas para outros estudantes depois de passar no vestibular. Ele conta que muitos colegas vinham pedir dicas a ele. Agora, ele espera que alguma editora se interesse pelo material.


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